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Archive for maio \24\UTC 2008

No meu post anterior mostrei como utilizar a fonte Monaco no Linux, e nos screenshots eu utilizo um tema, criado com base no tema utilizado pelo Ryan Bates em seus Railscasts, eu particularmente estou utilizando uma versão ligeiramente modificada do original (coisas minhas), mas o tema é muito bonito, e pode ser obtido aqui, e se quiser já compactado como tar.gz, clique aqui.

Na verdade neste local podem ser obtidos uma variedade de temas, muito interessantes. baixe todos eles e teste qual o que mais lhe agrada:

Vibrant Nerd

Vibrant Fun

Twilight

Tinge

Slush and Poppies

Railscasts

Idle

Desert

Darkmate

Cobalt

Espero que apreciem.

modo de instalar:

1. baixe os arquivos xml separadamente ou o tar.gz.

2. se baixou o tar.gz, descompacte-o em algum lugar

2. abra o gedit, vá em editar/preferências, escolha a aba fontes e cores, e clique em “adicionar”, escolha o tema desejado (no local onde você fez o download ou extraiu o tar.gz) então clique em “adicionar esquema”.

2. Selecione o novo tema na lista, e pronto!

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A maioria dos screencasts que vemos na internet sobre Rails os autores utilizam Mac + OSX + TextMate, na verdade eu não lembro de um que não estivesse usando uma configuração parecida. Em quase todo lugar tem alguém falando “ah aquela fonte bonitinha dos screencasts” qual é a fonte que eles usam no Mac? Essa tão famigerada fonte chama-se Monaco, e é uma fonte padrão da Apple, que parece que foi adotada pela maioria dos desenvolvedores Rails.

Mas e nós? meros usuários de Linux+Gedit ou outra combinação, ou até mesmo que usa Windows+e-texteditor ou outra combinação. bem, outro dia sem querer encontrei este post onde encontrei uma versão ttf da tal fonte. A versão encontrada neste post é a versão 2.0 (bem antiga) mas algum tempo depois ele fez um novo post com uma versão mais nova da fonte (5.1)

Detalhes:

versão inicial (5.1) da fonte não rendeniza corretamente em algumas aplicações do Linux, incluindo o Gedit, felizmente o autor do post incluiu uma versão corrigida.

A versão 5.1 no Windows (no computador que eu testei) não é reconhecida como mono-espaçada, embora tecnicamente ela seja, sento que para aplicações que necessitam obrigatoriamente uma fonte monoespaçada a solução é se referir à versào antiga da fonte. Se você pegar os dois arquivos de fonte em um visualizador vai verificar que há bastante diferença entre uma fonte e outra, a mais notável é o espaçamento entre caracteres.

Outro impecílio é que no Linux (ao menos no Ubuntu) a fonte aparecia meio “quadriculada”, realmente bem estranha no meu monitor LCD, pois eu tenho habilitadas as configurações de “suavização  de sub-pixel” e “contorno completo”. A fonte fica praticamente inutilizável se for comparar com qualquer outra Mono-espaçada que já estão disponíveis no Linux (Dejavu Sans Mono, Biststream Vera Sans Mono, Monospaced).

A solução foi criar uma configuração específica para a fonte Monaco, e fazer com que ela ignore as configurações default.

Primeiro passo: Criar um arquivo chamado .fonts.conf (com o ponto no início) dentro do diretório home:

$ gedit ~/.fonts.conf

e então colocar o seguinte conteúdo neste arquivo:

<?xml version="1.0"?>
<!DOCTYPE fontconfig SYSTEM "fonts.dtd">
<fontconfig>
  <match target="font">
    <test qual="any" name="family">
      <string>Monaco</string>
    </test>
    <edit name="autohint" mode="assign">
      <bool>true</bool>
    </edit>
    <edit name="hintstyle" mode="assign">
      <const>hintnone</const>
    </edit>
  </match>
</fontconfig>

feito isso, a fonte fica em um estado muito mais legível e perfeitamente utilizável para o desenvolvimento.

Veja os screenshots do antes de do depois:

Antes:

Depois

 

para evitar problemas com aspas, copie o código daqui.

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Bem, em um post anterior falei sobre minha jornada até encontrar a solução para as notificações de testes. pois bem, modifica lá, modifica aqui, modifica ali, e acabei com a seguinte versão do meu arquivo ~/.autotest.

outro dia já havia visto algumas alterações feitas pelo Carlos na versao dele do .autotest, mas acabei não mexendo no meu pois, o meu era voltado para o Test::Unit e o dele para o rSpec

Pois bem, hoje ele publicou uma nova versão compatível também com o Test::Unit, então resolvi simplesmente compatibilizar com as duas plataformas. O resultado você pode acompanhar aqui :~/.autotest

Eu particularmente uso o Ubuntu, portanto não testei em outros linux, mas a chance de funcionar é grande uma vez que depende apenas das bibliotecas tratadas no post anterior.

Quem sabe isto não vire um mini-projeto de fácil instalação e multiplataforma [Apenas copie o arquivo para seu diretório Home]

Só falta alguém fazer funcionar no Windows, o que não me parece difícil, visto que existe um pacote chamado snarl que pode resolver este problema. Prometo que assim que eu tiver um tempo e acesso a um Windows (ninguém me força a botar o CD de restore do meu Acer no drive) tentarei fazer por mim mesmo esta compatibilidade para a comunidade.


Well, in the last post I wrote about my journey until find a solution to test notifications with Rails.  That’s right, a change here, a change there, and I finally got my working version of ~/.autotest.

 

Some days ago I already seen some modifications made by Carlos in his version of .autotest, but, I don’t made any change in my version because the mine was written for Test::Unit and his for rSpecToday he published a new version compatible also with Test::Unit, so I decide to simply compatibilize it with both platforms. The result you can see here:~/.autotest

I use Ubuntu, so I have not tested in another distros, but the chance that all will work is very large, since the dependencies are just libraries listed in my last post.

Who knows it can became a mini-project with easy instalation and multiplatform [Just copy the file to your Home directory]

We will wait some people get it working in Windows, it not seems to be difficult, because exists a package named snarl that can help to solve this problem. I promise that when I get time and have access to a Windows machine (nobody will force-me to put the Acer system restore CD in my CD-ROM drive) I willl try to get it working by myself for the community.

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