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Archive for outubro \30\UTC 2008

Bem, fazem apenas algumas horas que o novo Ubuntu 8.10 foi anunciado e já temos uma atualização de Kernel, isso nao faz nada menos que provar que o software livre dá uma resposta rápida à qualquer tipo de falha, problema ou erro que possa vir a ocorrer. Vale lembrar que embora o anúncio tenha saído hoje próximo ao meio dia, as imagens iso dos cds de instalação já estavam prontas pelo menos desde ontem para que todos os mirrors pudessem ser atualizados em tempo.

Com esta versão do Ubuntu temos o melhor linux de todos os tempos com várias melhorias visuais e não visuais, com uma base forte e estável (Debian), trazendo o que há de mais novo e moderno do software para as nosssas casas. Foi só uma pena que o OpenOffice 3 não tenha sido lançado antes do Freeze do 8.10 para que desse tempo de ser incluso.

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Ubuntu 8.10 Intrepid Ibex

Quase todos os mirrors “espelhos” etão prontos para o lançamento, mas você já pode ir baixando antes mesmo do anúncio oficial.

Confira as novidades desta nova versão:

GNOME 2.24

Ambiente desktop GNOME 2.24, com várias correções de bugs e novas funcionalidades incluindo:

  • Nautilus Gerenciador de arquivos ganhou suporte a abas, e novos icones de eject para dispositivos removíveis na barra lateral.
  • File Roller Gerenciador de arquivos compactados agora suporta os tipos de arquivo ALZ, RZIP, CAB, TAR.7Z.

X.Org 7.4

X.Org 7.4, A última versão estável do X.Org, está disponível no Intrepid. Esta versão traz suporte melhorado para dispositivos hot-plug, como tablets, teclados e outros. Ao mesmo tempo permite que a maioria dos usuários possa utilizar o sistema sem um arquivo /etc/X11/xorg.conf. Traz também gerênciamento de falhas e ferramentas recuperar de falhas de inicialização.

Linux kernel 2.6.27

Inclui por padrão o kernel 2.6.27 que possui melhor suporte a hardware e uma série de correções de bugs.

Diretório privado criptografado

Traz também suporte a um mecanismo chamado secret encrypted folder que pode ser utilizado para criptografar seus arquivos pessoais, ele não vem habilitado por padrão pois a maioria dos usuários não necessita deste recurso, mas quem quiser, abra um terminal (Aplicações →  Acessórios → Terminal) e digite:

  • sudo aptitude install ecryptfs-utils
  • ecryptfs-setup-private

Sessão anônima

Foi criado um novo applet para o painel do gnome que permite a troca rápida entre usuários, que dá suporta também a um recurso chamado de sessão anônima, este recurso é muito útil quando você precisa deixar alguém utilizar seu computador temporariamente para uma simples checagem de email. O sistema cria uma sessão temporária, sem necessidade de senha, onde o usuário tem acesso apenas aos recursos do sistema como browser etc, porém sem nenhum acesso aos sistemas de arquivos, diretórios home por exemplo.

Network Manager 0.7

O Intrepid traz também o Network Manager 0.7 que vem com algumas funcionalidades adicionais incluindo:

  • Configurações a nivel de sistema (ex: não é necessário logar para ter acesso a uma conexão)
  • Gerenciamento de conexões 3G (GSM/CDMA)
  • Gerenciamento de dispositívos múltiplos ao mesmo tempo
  • Gerenciamento de conexões PPP(Internet Discada) e PPPOE (ADSL)
  • Gerenciamento de dispositivos com IP fixo
  • Gerenciamento de Rotas dos dispositivos

Mais informações podem ser obtidas no wiki do Network Manager. (Inglês)

DKMS

DKMS (Dell) também está incluso no 8.10, este é um recurso interessante que permite que drivers sejam recompilados (rebuild) automaticamente quando novos kernels sao instalados no sistema. Isto permite que atualizaçẽos de kernel estejam disponíveis imediatamente, sem ter que esperar a recompilação dos pacotes de drivers, agilizando o processo.

Samba 3.2

Novos recursos também incluídos na comunicação com o protocolo smb:

  • suporte a servidores de arquivos em cluster
  • transmissão de pacotes de rede criptografados
  • suporte a ipv6
  • melhor integração com as versões mais recentes do Microsoft Windows™, tanto clientes (desktop) e servidores.

framework de autenticação PAM

8.10 permite gerenciamento simples de autenticação PAM para servidores e desktop. Pacotes que provém recursos do PAM serão automaticamente configuradas, e os usuários poderão fazer suas configurações pessoais executando sudo pam-auth-update.

Mais informações no  wiki do Ubuntu.

plugin BBC para Totem

Um novo plugin que permite obter conteúdo direto da BBC.

Virtualização de servidores

python-vm-builder

O ubuntu-vm-builder foi completamente reescrito, provendo agora melhor sistema de templates, sistema de plugins permitindo suporte para outras distribuições, front-ends e outras funcionalidades adicionais

O Python-vm-builder permite a criação de novas máquinas virtuais em poucos minutos sem entrar em um processo interativo de instalação, ele pode ser múito útil para desenvolvedores, administradores de sistema e vendedores de software. Um tutorial está disponível em https://help.ubuntu.com/community/JeOSVMBuilder (Inglês)

Ubuntu como um “Xen guest”

Usar o Ubuntu deste modo agora é incluida por padrão no kernel, é mais uma opção ao criar máquinas virtuais usando o python-vm-builder.

JeOS é agora uma opção no instalador do server

Para simplificar o processo e reduzir confusão na hora de instalar o JeOS em hardware real, o JeOS não é mais uma ISO de instalação separadade. Ao invés disso é  uma opção ativada no processo de instalação da versão server, pressionando F4 na primeira tela e selcionando a opção “Install a minimal virtual machine” (Instalar máquina virtual mínima).

Inclusões no repositório principal (main)

Alguns pagotes bastante utilizados foram inclídos no repositório principal, para facilitar a instalação, estes pacotes são de interesse particular para administradores de servidores:

  • Sun Java OpenJDK 1.6 – Uma implementação open source do Kit de desenvolvimento java
  • Apache Tomcat 6 – Um container servlet para Java
  • ClamAV – um sistema de detecção de vírus que pode ser associado a uma série de servidores de email
  • SpamAssassign – Um sistema de detecção de spam que pode ser associado a vários servidores de email

Inicialização de raid com problemas

Quando um disco de um array RAID apresenta problemas normalmente o boot do Ubuntu era levado a um promt reduzido (busybox) no initramfs. Esta é a opção mais secura e previne possíveis perdas de dados e permitindo que o administrador tome alguma decisão, mas estava causando problemas com servidores remotos. O administrador do sistema pode configurar “estaticamente” suas máquinas para continuar inicializando mesmo que um disco do array esteja ruim com o seguinte comando:

  • echo "BOOT_DEGRADED=true" | sudo tee -a /etc/initramfs-tools/conf.d/mdadm

Adicionalmente esta configuração pode ser especificada na linha de boot do kernel com o parâmetro bootdegraded=[true|false].

Agora o Ubuntu também suporta o comando service

Administradores de Fedora ou Red-Hat agora vao se sentir mais confortáveis usando o Ubuntu pois o comando service que usavam antes está disponível para gerenciar os daemons. Agora por padrão, além do método tradicional sudo /etc/init.d/<service> [start|stop|restart] de gerenciamento de processos, é possível usar sudo service <service> [start|stop|restart].

Uma série de serviços padrão agora suportam a opção status, então por exemplo, sudo service postfix status vai retornar se o serviço está ou não rodando.

OpenLDAP usando ”cn=config”

A instalação padrão do servidor OpenLDAP agora usa a extenção cn=config, que permite sincronização automática entre alterações de configuração em replicas LDAP.

Firewall descomplicado (ufw)

Serviços comuns agora informam ufw sobre portas que são recomendadas para serem habilitados corretamente, então o administrador pode abrir com um simples comando ufw allow <service>.

Novas formas de instalação

Esta nova versão vem também com suporte a novas opções de instalação como o MID USB, que serve para equipamentos “Low-Power Intel Architecture”, incluindo processadores A1xx e Atom. e também uma nova  opção chamada “Mobile USB” que pode ser colocada em um pendrive para instalação ou uso (como o livecd), esta versão é otimizada para computadores pequenos com telas reduzidas (PCs Ultra-Móveis), por exemplo 10 polegadas, mas é necessário lembrar que para rodar esta versão seu equipamente precisa ter pelo menos 256 MB de memória RAM.

Mais informação

Você pode encontrar mais informação sobre o ubuntu no website e no wiki.

Para efetuar o download da ISO, clique em um dos links a seguir, note que os arquivos já estávam disponíveis em alguns servidores antes mesmo do anúncio oficial, isto se dá porque a Canonical aguarda que todos os seus espelhos estejam atualizados antes de lançar o anúncio.

Link 1 (Este link já estava disponível antes mesmo do anúncio oficial)

Link 2

Link 3 (Também disponível do anúncio oficial)
Link 4 (Também disponível antes do anuncio oficial)
 
O Link Oficial para download no site do Ubuntu é este aqui

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O usuários do Mac e do Textmate contam com alguns benefícios quando se desenvolve em Rails, visto que boa parte dos desenvolvedores do Rails, inclusive do core-team utilizam esta plataforma e editor de texto. em busca de melhorar a experiência dos usuários linux fui verificar a possibilidade de portar mais um plugin bastante interessante, o rails-footnotes.
Este plugin oferece algumas funcionalidades bem interessantes, e uma das funcionalidades que eu acho mais útil é que ele transforma o backtrace de um erro exibido do browser em links, onde você pode clicar, e o editor de texto abrirá o arquivo listado no trace posicionando o cursor na linha indicada, facilitando e muito na hora de seguir o rastro de um bug.
No momento a única funcionalidade que eu portei, foi o backtrace, quem sabe no futuro eu verifique a possibilidade de portar mais funcionalidades
Assim que sobrar um tempinho vou solicitar ao drnic para dar um merge das alterações que eu realizei no plugin para que todos possam ter acesso, por enquanto você pode instalar o plugin através do meu fork no github

Para instalar o plugin em sua aplicação rails faça o seguinte:

script/plugin install http://github.com/lexrupy/rails-footnotes.git vendor/plugins/footnotes

para que o plugin funcione no Gedit é necessário instalar o url-handler para que o navegador saiba que um link apontando paratxmt://open?file=…. tenha que abrir o arquivo na linha x. para isso faça o seguinte logo após a instalação normal do plugin:

cd vendor/plugins/footnotes
sh linux_install.sh

Este processo de instalação precisa ser realizado apenas uma vez, então depois que você instalar o plugin no seu linux na primeira vez, poderá apenas executar a primeira etapa para quaisquer outra aplicação que desejar.

Note que para instalar você precisa ter em mãos sua senha do sudo.

Para quem não conheçe a suite de plugins para melhorar a usabilidade do gedit com aplicações Rails clique aqui

Veja um pequeno vídeo do plugin em funcionamento:

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Ao contrário do que alguns estão falando por ai, o BrOffice (Versao Brasileira do OpenOffice) foi lançado juntamente com o OpenOffice, para quem nao está conseguindo acessar a página, pode utilizar os links a seguir:

DEB/GNU/LINUX: Download

EXE/MSWINDOWS: Download

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Tabulações, Espaços, Nível de tabulação, etc, todas estas configurações no gedit são manuais, você precisa ir no menu Editar, Preferências e encontralas para modificar o comportamento certo?

Errado

Existe um plugin chamado “modelines” que tenho certeza que muita gente já viu lá na lista de plugins mas não sabe para que serve. bem vamos a uma breve explicação:

Alguns editores de texto, como o Vim, Emacs e até mesmo o Kate, suportam um recurso com este nome, que nada mais é que incluir uma linha no arquivo em edição para definir o modo de operação sobre este arquivo mode-line.

antes a definição mínima:

“ShiftWidth é a quantidade de espaços que são inseridos para cada TAB”

“TabStop é a quantidade de espaços que um TAB vai ocupar na visualização”

vejamos um exemple de modeline do vim:

# vim:set ts=4 sw=4 noexpandtab:

que significa:

defina o tabstop para 4 e o shiftwidth para 4 e não expanda os tabs para espaços.

podemos utilizar esta mesma linha no gedit com o plugin modeline ativado.

um exemplo para arquivos ruby seria:

# vim:set ts=2 sw=2 expandtab nowrap textwidth=80

ou seja, estamos definindo para trocar tabs por espaços utilizando um tabstop/shiftwidth de 2 caracteres, não queremos que ele quebre as linhas e queremos a régua de texto na posição 80 caracteres.

um exemplo para python seria algo como:

# vim:set ts=4 sw=4 expandtab nowrap textwidth=80

basicamente a mesma coisa só que com um tabstop/shiftwidth de 4 caracteres.

experimente colocando esta linha no início do seu arquivo e ir modificando ela e vendo os resultados automaticamente.

esta linha funciona no gedit para qualquer linguagem, basta estar presente no arquivo nas primeiras 3 linhas em um comentário. o aconselhável é você utilizar o plugin de snippets(trechos) para criar um header para cada tipo de arquivo que você utiliza, onde você pode além desta informação colocar a licença de uso etc etc… a criatividade é sua.

Não deixe de conferir meu set de plugins para tornar o gedit uma “Rails IDE”

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Some months ago since I started using jEdit I also started improving the gtksouceview language definition for ruby and Rails code for use with Gedit, because in most of cases Gedit is faster than jEdit, Now I have some improvements to show.
I used as base for show improvements some screenshots that I made from Railscasts, so I got some episodes that have the “little things” I’ve changed.
This first is a screnshot of Railscasts Episode 33, here we can see the function name properly highlighted and also some Rails specific methods. We can compare the Gedit Screenshot to TextMate screenshot and see that all:

 

Here we have a rhtml (html.erb) shippet from Episode 37, all tags are highighted properly, including xml markup and erb markup “<%= %>”:

In this (Episode 62) we have a classmethod correctly highlighed (here I prefered to let “self” keyword in the same color of methodname, but is possible to change in future), and the method definitions including method names ending with ?, ! (= signal in the first screenshot):

And last an example of string interpolation (Episode 69), that already exists in original language definition but doesn’t work(I don’t know exactly why), the approach of original attemp is to change the context of string back to main context, by this way the code “should” be highlighted as normal ruby code, and in theory could be other interopated strings in many levels, but, that doesn’t work and I changed to just colorize (I mean this should be the default and correct way) and interpolation is highlighted properly:

 

You can download a package I made, containing some useful plugins, code snippets and
the language definition. this pack is very useful also if you just installed linux (I use ubuntu) and need quick setup to a Rails development environment

The package also include Extract partial plugin and a Smart indent plugin

How to install.

download the package here in some place
open a terminal go to the place of download and type

$tar -zxvf [name of downloaded tarball]
$./install.sh

WARNING: Some commands need sudo password, so you will be asked.

Open gedit chose your preferred color, enable your preferred plugins and enjoy.
(The package also include the TODO-List plugin and you will need to follow plugin README to install)

Gmate Project Page

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