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Ubuntu 8.10 Intrepid Ibex

Quase todos os mirrors “espelhos” etão prontos para o lançamento, mas você já pode ir baixando antes mesmo do anúncio oficial.

Confira as novidades desta nova versão:

GNOME 2.24

Ambiente desktop GNOME 2.24, com várias correções de bugs e novas funcionalidades incluindo:

  • Nautilus Gerenciador de arquivos ganhou suporte a abas, e novos icones de eject para dispositivos removíveis na barra lateral.
  • File Roller Gerenciador de arquivos compactados agora suporta os tipos de arquivo ALZ, RZIP, CAB, TAR.7Z.

X.Org 7.4

X.Org 7.4, A última versão estável do X.Org, está disponível no Intrepid. Esta versão traz suporte melhorado para dispositivos hot-plug, como tablets, teclados e outros. Ao mesmo tempo permite que a maioria dos usuários possa utilizar o sistema sem um arquivo /etc/X11/xorg.conf. Traz também gerênciamento de falhas e ferramentas recuperar de falhas de inicialização.

Linux kernel 2.6.27

Inclui por padrão o kernel 2.6.27 que possui melhor suporte a hardware e uma série de correções de bugs.

Diretório privado criptografado

Traz também suporte a um mecanismo chamado secret encrypted folder que pode ser utilizado para criptografar seus arquivos pessoais, ele não vem habilitado por padrão pois a maioria dos usuários não necessita deste recurso, mas quem quiser, abra um terminal (Aplicações →  Acessórios → Terminal) e digite:

  • sudo aptitude install ecryptfs-utils
  • ecryptfs-setup-private

Sessão anônima

Foi criado um novo applet para o painel do gnome que permite a troca rápida entre usuários, que dá suporta também a um recurso chamado de sessão anônima, este recurso é muito útil quando você precisa deixar alguém utilizar seu computador temporariamente para uma simples checagem de email. O sistema cria uma sessão temporária, sem necessidade de senha, onde o usuário tem acesso apenas aos recursos do sistema como browser etc, porém sem nenhum acesso aos sistemas de arquivos, diretórios home por exemplo.

Network Manager 0.7

O Intrepid traz também o Network Manager 0.7 que vem com algumas funcionalidades adicionais incluindo:

  • Configurações a nivel de sistema (ex: não é necessário logar para ter acesso a uma conexão)
  • Gerenciamento de conexões 3G (GSM/CDMA)
  • Gerenciamento de dispositívos múltiplos ao mesmo tempo
  • Gerenciamento de conexões PPP(Internet Discada) e PPPOE (ADSL)
  • Gerenciamento de dispositivos com IP fixo
  • Gerenciamento de Rotas dos dispositivos

Mais informações podem ser obtidas no wiki do Network Manager. (Inglês)

DKMS

DKMS (Dell) também está incluso no 8.10, este é um recurso interessante que permite que drivers sejam recompilados (rebuild) automaticamente quando novos kernels sao instalados no sistema. Isto permite que atualizaçẽos de kernel estejam disponíveis imediatamente, sem ter que esperar a recompilação dos pacotes de drivers, agilizando o processo.

Samba 3.2

Novos recursos também incluídos na comunicação com o protocolo smb:

  • suporte a servidores de arquivos em cluster
  • transmissão de pacotes de rede criptografados
  • suporte a ipv6
  • melhor integração com as versões mais recentes do Microsoft Windows™, tanto clientes (desktop) e servidores.

framework de autenticação PAM

8.10 permite gerenciamento simples de autenticação PAM para servidores e desktop. Pacotes que provém recursos do PAM serão automaticamente configuradas, e os usuários poderão fazer suas configurações pessoais executando sudo pam-auth-update.

Mais informações no  wiki do Ubuntu.

plugin BBC para Totem

Um novo plugin que permite obter conteúdo direto da BBC.

Virtualização de servidores

python-vm-builder

O ubuntu-vm-builder foi completamente reescrito, provendo agora melhor sistema de templates, sistema de plugins permitindo suporte para outras distribuições, front-ends e outras funcionalidades adicionais

O Python-vm-builder permite a criação de novas máquinas virtuais em poucos minutos sem entrar em um processo interativo de instalação, ele pode ser múito útil para desenvolvedores, administradores de sistema e vendedores de software. Um tutorial está disponível em https://help.ubuntu.com/community/JeOSVMBuilder (Inglês)

Ubuntu como um “Xen guest”

Usar o Ubuntu deste modo agora é incluida por padrão no kernel, é mais uma opção ao criar máquinas virtuais usando o python-vm-builder.

JeOS é agora uma opção no instalador do server

Para simplificar o processo e reduzir confusão na hora de instalar o JeOS em hardware real, o JeOS não é mais uma ISO de instalação separadade. Ao invés disso é  uma opção ativada no processo de instalação da versão server, pressionando F4 na primeira tela e selcionando a opção “Install a minimal virtual machine” (Instalar máquina virtual mínima).

Inclusões no repositório principal (main)

Alguns pagotes bastante utilizados foram inclídos no repositório principal, para facilitar a instalação, estes pacotes são de interesse particular para administradores de servidores:

  • Sun Java OpenJDK 1.6 – Uma implementação open source do Kit de desenvolvimento java
  • Apache Tomcat 6 – Um container servlet para Java
  • ClamAV – um sistema de detecção de vírus que pode ser associado a uma série de servidores de email
  • SpamAssassign – Um sistema de detecção de spam que pode ser associado a vários servidores de email

Inicialização de raid com problemas

Quando um disco de um array RAID apresenta problemas normalmente o boot do Ubuntu era levado a um promt reduzido (busybox) no initramfs. Esta é a opção mais secura e previne possíveis perdas de dados e permitindo que o administrador tome alguma decisão, mas estava causando problemas com servidores remotos. O administrador do sistema pode configurar “estaticamente” suas máquinas para continuar inicializando mesmo que um disco do array esteja ruim com o seguinte comando:

  • echo "BOOT_DEGRADED=true" | sudo tee -a /etc/initramfs-tools/conf.d/mdadm

Adicionalmente esta configuração pode ser especificada na linha de boot do kernel com o parâmetro bootdegraded=[true|false].

Agora o Ubuntu também suporta o comando service

Administradores de Fedora ou Red-Hat agora vao se sentir mais confortáveis usando o Ubuntu pois o comando service que usavam antes está disponível para gerenciar os daemons. Agora por padrão, além do método tradicional sudo /etc/init.d/<service> [start|stop|restart] de gerenciamento de processos, é possível usar sudo service <service> [start|stop|restart].

Uma série de serviços padrão agora suportam a opção status, então por exemplo, sudo service postfix status vai retornar se o serviço está ou não rodando.

OpenLDAP usando ”cn=config”

A instalação padrão do servidor OpenLDAP agora usa a extenção cn=config, que permite sincronização automática entre alterações de configuração em replicas LDAP.

Firewall descomplicado (ufw)

Serviços comuns agora informam ufw sobre portas que são recomendadas para serem habilitados corretamente, então o administrador pode abrir com um simples comando ufw allow <service>.

Novas formas de instalação

Esta nova versão vem também com suporte a novas opções de instalação como o MID USB, que serve para equipamentos “Low-Power Intel Architecture”, incluindo processadores A1xx e Atom. e também uma nova  opção chamada “Mobile USB” que pode ser colocada em um pendrive para instalação ou uso (como o livecd), esta versão é otimizada para computadores pequenos com telas reduzidas (PCs Ultra-Móveis), por exemplo 10 polegadas, mas é necessário lembrar que para rodar esta versão seu equipamente precisa ter pelo menos 256 MB de memória RAM.

Mais informação

Você pode encontrar mais informação sobre o ubuntu no website e no wiki.

Para efetuar o download da ISO, clique em um dos links a seguir, note que os arquivos já estávam disponíveis em alguns servidores antes mesmo do anúncio oficial, isto se dá porque a Canonical aguarda que todos os seus espelhos estejam atualizados antes de lançar o anúncio.

Link 1 (Este link já estava disponível antes mesmo do anúncio oficial)

Link 2

Link 3 (Também disponível do anúncio oficial)
Link 4 (Também disponível antes do anuncio oficial)
 
O Link Oficial para download no site do Ubuntu é este aqui
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UPDATE: Today I came back to Gedit, If you use Linux, don’t forget to see my posts about gedit:

(Leia este post em Português)

I loved use Gedit as my favorite text editor last year, it was really util, I was maintaining a plugin to manage TODO marks. But some major force don’t want that my plugin works correctly in new Ubuntu version, I don’t know the real cause, but seems to be related with url-handlers, and I don’t got it working as it worked in previous ubuntu and Firefox Version. After some headaches, and without enough time to solve the problem, I decided to try another programmer’s editor… 99% of searches the replies are: TextMate, Vim, Emacs.

Well, for now I am not a happy MacBook owner, I cannot use the “Number One”, for me the last two are choices, and for mac users all are available :). All are great editors, I use Vim without any problems, to edit config files and another minor edits, I know how to use most of its features, by the other hand, the Emacs I had just some little testings some time ago, and I see it is also a great editor,for both is possible enable code completion to Python and Ruby, the languages I am working on.

Everything great, everything beautiful, a lot of “plugins” available for both, and the Vim is a very powerful editor. (For all those newbies to Vim/Gvim/vi, there is a config (customization) called Cream, that make the use for Vim very easy without loose the power and get the use of Vim very similar to another Gnome applications such as Gedit). But, nor Vim neither Emacs are the editors I was looking for. I want something powerfull and, at same time simple as Gedit.

So I found jEdit. No it’s not a typo, is jEdit (in Portuguese you spell same as Gedit), but jEdit is really a Java Written Programmers Editor, by this way it is cross-platform, and I was tested by me in a Windows computer and in mine laptop Ubuntu(hardy).

After some tests and…. the best editor I already been used.

Some features:

  • Multiplatform
  • Filebrowser
  • Customizable by language
  • Easy to add support to new programmming languages
  • A lot of plugins available
  • Macros
  • Integrated console[plugin]
  • Integrated SCM (SVN, CVS, etc) [plugin]
  • Search by regular expressions
  • Code completion [plugin]
  • Text Autocomplete [plugin]
  • Diff [plugin]
  • Task List (TODO List similar to my Gedit plugin) [plugin]
  • SuperAbbrevs (Code Snippets) [plugin]
  • Tabbed Documents(and another inteligent modes to change between files) [plugin]
  • Code Folding
  • Sintax Highlight very complete
  • and more…

Some screenshots:

is really a good choice install and test in your computer… it’s free, its OpenSource.

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UPDATE: Hoje eu ja voltei a utilizar o Gedit, Se você usa linux não deixe de conferir meus posts sobre o gedit:

(See this post in English)

Eu adorei utilizar o Gedit como meu editor de texto favorito durante o ultimo ano, ele foi realmente muito útil, inclusive eu estava mantendo um plugin muito útil para uso com ele. Porém alguma força maior fez com que meu pequenino plugin parasse de funcionar, ainda não sei a causa real mas parece ser relacionado aos url-handlers, eu não consegui mais fazê-los funcionar assim como funcionavam na versão anterior do Ubuntu e Firefox. Algumas cabeçadas depois e sem muito tempo para tentar resolver o problema, resolvi dar uma pequena busca por outro editor de texto para Programadores…. em 99% das buscas as respostas são : TextMate, Vim, Emacs.

Bem, como eu ainda não sou um “Feliz proprietário” de um computador Mac, não tenho a possibilidade de utilizar o “Número 1”, restando os dois últimos, que para os felizardos usuários do Mac também estão disponíveis como opção para eles :). Eles são realmente ótimos editores de texto, eu uso o Vim com certa tranquilidade para editar arquivos de configuração, e já domei muitas de suas funcionalidades, por outro lado o Emacs eu dei apenas algumas testadas algum tempo atráz, editor muito bom, com features de code completion assim como o Vim você consegue habilitar tanto para Python quanto para Ruby, que são as duas linguagens que eu tenho trabalhado ultimamente.

Tudo ótimo tudo muito bonito, uma gama bastante grande de plugins disponíveis para ambos, e a personalização do Vim é incontestável. (uma dica para os que estão começando em se arrepiam ao terem que entrar no vi/vim/gvim… existe uma configuração chamada Cream que facilita 100% o uso do editor para novatos, sem perder a flexibilidade). Porém o Vim e o Emacs não são os Editores que eu procurava. eu queria algo que fosse poderoso e ao mesmo tempo simples assim como o Gedit.

Coincidência ou não acabei encontrando o jEdit. Não , não é erro de grafia, é jEdit mesmo, em português a pronúncia é a mesma doGedit, mas na verdade o jEdit trata-se de um editor para programadores que foi escrito em Java, portanto ele é totalmente multiplataforma, testado por mim mesmo em um computador com Windows e no meu computador com o Ubuntu (Hardy).

Feitos alguns testes e… o melhor editor que eu já usei até hoje!

Algumas Features:

  • Multiplataforma
  • Filebrowser
  • Personalizável por linguagem
  • Fácil adição de suporte a novas linguages
  • Vasta quantidade de plugins disponíveis
  • Macros
  • Console integrado [plugin]
  • Integração com softwares de Versionamento (SVN, CVS, etc) [plugin]
  • Busca por expressões regulares
  • Code Complete [plugin]
  • Text Autocomplete [plugin]
  • Diff [plugin]
  • Task List (TODO List similar ao plugin mantido por mim do Gedit) [plugin]
  • SuperAbbrevs (Code Snippets) [plugin]
  • Tabbed Documents(e outros modos inteligentes de alternar arquivos) [plugin]
  • Code Folding
  • Sintax Highlight bastante completo e personalizável
  • e muito mais

Realmente vale a pena você instalar e testar em seu computador… afinal não custa nada, é OpenSource.

Pequeninos screenshots:

Muito em breve estarei postando mais a respeito deste fantástico editor e algumas de suas features, espero que todos apreciem.

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A maioria dos screencasts que vemos na internet sobre Rails os autores utilizam Mac + OSX + TextMate, na verdade eu não lembro de um que não estivesse usando uma configuração parecida. Em quase todo lugar tem alguém falando “ah aquela fonte bonitinha dos screencasts” qual é a fonte que eles usam no Mac? Essa tão famigerada fonte chama-se Monaco, e é uma fonte padrão da Apple, que parece que foi adotada pela maioria dos desenvolvedores Rails.

Mas e nós? meros usuários de Linux+Gedit ou outra combinação, ou até mesmo que usa Windows+e-texteditor ou outra combinação. bem, outro dia sem querer encontrei este post onde encontrei uma versão ttf da tal fonte. A versão encontrada neste post é a versão 2.0 (bem antiga) mas algum tempo depois ele fez um novo post com uma versão mais nova da fonte (5.1)

Detalhes:

versão inicial (5.1) da fonte não rendeniza corretamente em algumas aplicações do Linux, incluindo o Gedit, felizmente o autor do post incluiu uma versão corrigida.

A versão 5.1 no Windows (no computador que eu testei) não é reconhecida como mono-espaçada, embora tecnicamente ela seja, sento que para aplicações que necessitam obrigatoriamente uma fonte monoespaçada a solução é se referir à versào antiga da fonte. Se você pegar os dois arquivos de fonte em um visualizador vai verificar que há bastante diferença entre uma fonte e outra, a mais notável é o espaçamento entre caracteres.

Outro impecílio é que no Linux (ao menos no Ubuntu) a fonte aparecia meio “quadriculada”, realmente bem estranha no meu monitor LCD, pois eu tenho habilitadas as configurações de “suavização  de sub-pixel” e “contorno completo”. A fonte fica praticamente inutilizável se for comparar com qualquer outra Mono-espaçada que já estão disponíveis no Linux (Dejavu Sans Mono, Biststream Vera Sans Mono, Monospaced).

A solução foi criar uma configuração específica para a fonte Monaco, e fazer com que ela ignore as configurações default.

Primeiro passo: Criar um arquivo chamado .fonts.conf (com o ponto no início) dentro do diretório home:

$ gedit ~/.fonts.conf

e então colocar o seguinte conteúdo neste arquivo:

<?xml version="1.0"?>
<!DOCTYPE fontconfig SYSTEM "fonts.dtd">
<fontconfig>
  <match target="font">
    <test qual="any" name="family">
      <string>Monaco</string>
    </test>
    <edit name="autohint" mode="assign">
      <bool>true</bool>
    </edit>
    <edit name="hintstyle" mode="assign">
      <const>hintnone</const>
    </edit>
  </match>
</fontconfig>

feito isso, a fonte fica em um estado muito mais legível e perfeitamente utilizável para o desenvolvimento.

Veja os screenshots do antes de do depois:

Antes:

Depois

 

para evitar problemas com aspas, copie o código daqui.

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Após um longo tempo tentando fazer funcionar as notificações dos testes com o Rails no meu recém instalado Ubuntu 8.04 (hardy) sem muito sucesso, finalmente cheguei a uma resposta.

a Combinação foi a seguinte:

1. ZenTest (ZenTest 3.9.2), o Framework de testes propriamente dito.

$sudo gem install ZenTest

2. RedGreen (redgreen 1.2.2), para colorizar o resultado dos testes, fica mais atrativo e fácil de verificar os resultados

$sudo gem install redgreen

3. libnotify-bin, pacote presente nos repositórios do ubuntu para enviar mensagens de notificação ao desktop

$sudo apt-get install libnotify-bin

4. Arquivo de configuração do autotest colocado no meu diretório home ~/.autotest
neste caso:

$gedit ~/.autotest

e coloque o código a seguir:

# ~/.autotest
module Autotest::GnomeNotify
  EXPIRATION_IN_SECONDS = 8
  FAIL_IMAGE    = "gtk-dialog-error"
  PENDING_IMAGE = "gtk-dialog-warning"
  SUCCESS_IMAGE = "gtk-dialog-info"
#  FAIL_IMAGE    = "~/Imagens/rails_fail.png"
#  PENDING_IMAGE = "~/Imagens/rails_pending.png"
#  SUCCESS_IMAGE = "~/Imagens/rails_success.png"

  def self.notify title, message, stock_icon
    options = "-t #{EXPIRATION_IN_SECONDS * 1000} -i #{stock_icon}"
    system "notify-send #{options} '#{title}' '#{message}'"
  end

  Autotest.add_hook :ran_command do |at|
    result = at.results.last
    if result
      examples = result =~ /(\d+) examples/ ? $1.to_i : 0
      failures = result =~ /(\d+) failure/ ? $1.to_i : 0
      pendings = result =~ /(\d+) pending/ ? $1.to_i : 0

      if failures > 0
        notify "Tests Failed", "#{failures} test#{ 's' if failures > 1 } failed", FAIL_IMAGE
      elsif pendings > 0
        notify "Tests Pending", "#{pendings} test#{ pendings == 1 ? ' is pending' : 's are pending'}", PENDING_IMAGE
      else
        notify "Tests Passed", "All tests passed", SUCCESS_IMAGE
      end
    end
  end
end

copie e cole o código ou faça o download aqui de um arquivo no formato do openoffice (o wordpress nao permite fazer o upload de qualquer tipo de arquivo) com o conteúdo descrito acima. Copie o conteúdo e cole em seu ~/.autotest.

Dica: Você pode personalizar as imagens, colocando o caminho de uma imagem da sua preferência, assim como eu faço na parte do código do .autotest que está comantada:

#  FAIL_IMAGE    = "~/Imagens/rails_fail.png"
#  PENDING_IMAGE = "~/Imagens/rails_pending.png"
#  SUCCESS_IMAGE = "~/Imagens/rails_success.png"

Feito isto, tive minhas notificações de teste funcionando perfeitamente como podem visualizar neste screenshot:

para fazer os testes, escreva-os, vá até o diretório do seu projeto e

$autotest

isto supondo que você já tenha o ruby e o rails previamente instalado e funcionando perfeitamente

obs o código original foi retirado daqui

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Ubuntu Announce the new release stage of popular Ubuntu Linux
for now we can download a beta version for test purposes.

you can obtain more information here : Ubuntu Beta Release

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(English text at the end of post)

Acabei de postar nos repositórios SVN do sourceforge.net a primeira versão do plugin para gedit gedit-todo.

Esta primeira versão inclui:

  • Scripts de instalação;
  • Arquivo de configuração;
  • Possibilidade de Modificar/Remover quais tipos de arquivos serão verificados;
  • Possibilidade de Modificar/Remover quais padrões de diretórios serão ignorados;
  • Possibilidade de Modificar/Remover nomes de arquivos a serem ignorados;
  • Possibilidade de Modificar/Remover tags personalizadas;

A função básica do plugin é percorrer os arquivos de uma árvore de diretórios buscando pelos tipos de arquivos configurados e verificando dentro deles por comentários como:

12 # TODO: Melhorar a documentação.

gerando uma lista como na imagem a seguir: (clique para ampliar)

gedit-todo plugin

Assim quando o usuário clica no link do arquivo, este é aberto no gedit e o cursor é posicionado na linha correspondente.

Para maiores detalhes sobre o plugin clique aqui.

Download no sourceforge.net.

Instruções de instalação no arquivo README que acompanha o pacote.

First gedit-todo release out

I’ve posted a few moments ago at sourceforge.net SVN repositories the first version of gedit plugin gedit-todo.

This first version include:

  • Installation scripts;
  • Configuration File;
  • Possibility to Modify/Remove what kind of files will ve verified;
  • Possibility to Modify/Remove what directories will be skiped;
  • Possibility to Modify/Remove ignored filenames;
  • Possibility to Modify/Remove customized tags;

The plugin basic funcion is iterate over files at the directory tree and search for files matching with configured types, than look into them to obtain comment patterns like:

12 # TODO: Improve documentation.

it will generate a list as the folowing image: (click to enlarge)

gedit-todo plugin

So when the user click on a file link this file will be opened at gedit and the cursor will be positioned at corresponding line.

click here for more information about plugin.

Download at sourceforge.net.

Instalation instructions at README into package

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